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Gilson Paranhos realiza palestra na 6ª Conferência das Cidades, em Campo Grande

O presidente da CODHAB, Gilson Paranhos, participa, nesta terça-feira (3), da 6ª Conferência Estadual das Cidades, em Campo Grande (MS).  No evento, organizado pelo Conselho Estadual das Cidades da Secretaria de Estado de Infraestrutura de Mato Grosso do Sul, ele irá realizar a palestra “A Função da Cidade e da Propriedade - Cidades Inclusivas, Participativas e Socialmente Justas”.

 

Paranhos irá falar sobre a experiência da CODHAB na aplicação da Lei 11.888/2008, que prevê assistência técnica gratuita em projetos de arquitetura e urbanismo para famílias com renda de até três salários mínimos.

 

A Companhia tem dez postos de assistência técnica nas regiões mais carentes do DF e com uma equipe enxuta realiza projetos de infraestrutura urbana, construção e melhorias habitacionais. “O fato de o arquiteto estar imerso na comunidade faz toda a diferença. Ele conhece a realidade da região e, assim, suas necessidades mais emergenciais e que, de fato, mudam a qualidade de vida das famílias que moram ali”, explicou.

 

Além desse trabalho, os postos organizam o projeto Ações Urbanas Comunitárias. Em formato de mutirão, as ações somam a participação de profissionais e estudantes de arquitetura e urbanismo, tanto da Companhia quanto voluntários, e dos moradores das comunidades. O intuito é transformar coletivamente, de forma rápida e com baixo custo, o espaço público, conectando governo e sociedade. Reboco e pintura de fachadas, pintura de painéis artísticos, confecção de bancos e brinquedos feitos de pneus reciclados, plantio de mudas são algumas das atividades do projeto.

 

A implantação de concursos públicos para projetos de arquitetura para habitação de interesse social também será apresentada na capital mato-grossense. Para o presidente da CODHAB, a escolha por essa modalidade licitatória garante maior participação dos profissionais especializados e a qualidade no resultado das obras. “A pouca participação dos arquitetos e urbanistas nas obras, refletida nas péssimas condições das cidades brasileiras, demonstra que estamos adotando estratégias e metodologias que não funcionam. A ideia do concurso é justamente a de inverter esse processo”, afirmou.  

 

 

 

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