Foto sem descrição

Presidente da CODHAB irá apresentar experiência com assistência técnica em Conferência de Arquitetura no Rio

A experiência da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (CODHAB) com assistência técnica gratuita, além do amplo processo de regularização fundiária e a implantação de concursos públicos para projetos de habitação de interesse social, será apresentada nesta segunda (9), pelo presidente da Companhia, Gilson Paranhos, durante a II Conferência Nacional de Arquitetura e Urbanismo, no Rio de Janeiro (RJ).

 

O evento é preparatório para o 27º Congresso Mundial de Arquitetos, da União Internacional dos Arquitetos (UIA), que irá se realizar em 2020, na capital carioca, sob a coordenação do IAB.

 

Em sua palestra, o presidente da CODHAB irá mostrar como a empresa pública tem aplicado, de maneira pioneira, a Lei 11.888/08, que prevê assistência técnica gratuita para famílias com renda de até três salários mínimos. Com dez postos em várias regiões carentes do DF, a Companhia realiza, sem custos, projetos urbanísticos, de acordo com as demandas da comunidade, e projetos de construção e melhorias habitacionais.

 

Paranhos também irá falar sobre o processo de regularização fundiária, que já distribuiu mais de 32 mil escrituras para moradores de várias regiões do DF, que esperavam há décadas por seus documentos. “Queremos entregar, em nossa gestão, o equivalente ao que foi entregue em toda a história do DF: cerca de 62 mil escrituras”, disse.

 

A implantação de concursos públicos para projetos de arquitetura para habitação de interesse social também será apresentada na Conferência. O presidente da CODHAB destacou que a escolha por essa modalidade licitatória garante maior participação dos profissionais especializados e a qualidade no resultado das obras.

 

“A pouca participação dos arquitetos e urbanistas nas obras, refletida nas péssimas condições das cidades brasileiras, demonstra que estamos adotando estratégias e metodologias que não funcionam. A ideia do concurso é justamente a de inverter esse processo”, explicou.  

 

 

VOLTAR AO TOPO